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O Museu

O Museu Comunitário Treze de Maio

O “Treze”, como é popularmente conhecido o antigo Clube Social Negro, criado em 1903 por ferroviários negros, fica na rua Silva Jardim, 1407, quase esquina com a Serafim Valandro, na cidade de Santa Maria – RS. Em função da precariedade do espaço, no ano de 2001, a comunidade negra juntamente com alunos da Museologia/Unifra e antigos sócios decidiram transformá-lo em um Museu Comunitário.

Em 2004, o Treze foi tombado como patrimônio histórico municipal pela sua importância no desenvolvimento da cidade de Santa Maria-RS. O Estado o reconheceu como bem que integra o Patrimônio Histórico e Cultural do RS. Atualmente, o Treze está inserido no intitulado Movimento Clubista Negro e foi o articulador e organizador do I Encontro Nacional de Clubes Sociais Negros (2006), juntamente com a SEPPIR, o município, a sabedoria e experiência do poeta da consciência negra, Oliveira Silveira.

O Museu Treze de Maio é o local aonde acontecem oficinas de dança afro, capoeira, percussão, samba, encontros da juventude negra e do grupo vocal de mulheres negras, trabalhando com a autoestima e autoimagem positivas de homens, mulheres e crianças negras. Este é um dos lugares aonde o Movimento Negro se encontra, bem como os alunos da UFSM, Unifra e Fames realizam seus estágios acadêmicos, cuidando e preservando com a comunidade o acervo do Museu Comunitário Treze de Maio.

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Identidade Visual

logo-identidade

A marca desenvolvida para o Museu Treze de Maio é composta de símbolo e logotipo. O símbolo é a representação gráfica da face frontal e perfil de um negro dispostos de maneira que demonstrem o movimento da cabeça para trás e para frente.

O movimento da cabeça para trás retrata a valorização da sua história e a preocupação em preservá-la. Já o movimento para frente indica a crescente evolução da cultura negra e o desejo de inserção do seu povo na sociedade.

Contornando o perfil há uma linha branca que reforça a verticalidade da marca. As cores utilizadas são o preto e o verde, pois ao combinarem-se transmitem seriedade e elegância, além de pertencerem ao conjunto de cores reconhecidas internacionalmente como características da cultura negra.

Criação: Usina Bigger Comunicação
Lançamento: 13 de maio de 2003, quando o Clube Treze de Maio completou 100 anos.

 

Projeto Arquitetônico do MTM

O Programa de Preservação e Revitalização da Mancha Ferroviária de Santa Maria foi inicialmente coordenado pela Arquiteta e Urbanista Terra Quesada (Prefeitura Municipal de Santa Maria), juntamente com o Arquiteto e Urbanista Andrey Rosenthal Schelee (UFSM). O levantamento e elaboração do Projeto Museu Treze de Maio contou com o acadêmico de Arquitetura/UFSM Leonardo Verônimo Lameira, orientado pela Arquiteta e Urbanista Priscila Quesada.

Lançamento: 13 de maio de 2003, quando o Clube Treze de Maio completou 100 anos.

Anteprojeto arquitetônico do MTM (térreo), 2003.

Anteprojeto arquitetônico do MTM (térreo), 2003.

Anteprojeto arquitetônico do MTM (2º pavimento), 2003.

Anteprojeto arquitetônico do MTM (2º pavimento), 2003.